antithèses ou "l'attente qui sourit nerveuse"
Rouge, rouge, pleine des couleurs. Mais, du coup, le jaune et le -ha!- sans joie. Le rire jaune rit de ce qui on ne sait pas est-ce qu'on veut; jaune si jaune de vouloir voir ce qui n'est pas bon: c'est le rire éthique. Le rire jaune rit de ce que n'est pas vrai; rit du rire bleu ou rose, fictives tous les deux, je me demande. C'est le rire judiciaire, je me demande. Pas bon! Pas vrai! Enfin! Mais le rire sans joie c'est le rire noétique, sans refrain et - ha! - comme ça, c'est le rire des rires, le rire qui rit du rire, hommage ébahi à la plaisanterie suprême. Bref le rire que rit - silence s'il vous plaît - de ce qui a bonheur malheureux.
sexta-feira, 29 de julho de 2011
domingo, 10 de julho de 2011
sexta-feira, 1 de julho de 2011
O imperfeito do perfeito é o mais que perfeito.
Sobre a desconfiança de que os gramáticos são um pouco poetas.
Diz Guida Nedda Barata Parreiras Horta no seu Curso de iniciação à cultura helênica, p.153:
O mais que perfeito não corresponde exatamente ao nosso tempo de mesmo nome, sendo uma espécie de 'imperfeito do perfeito', indicando o estado resultante da ação anterior.
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sobre o que a natureza mencionou sem dizer
quarta-feira, 22 de junho de 2011
segunda-feira, 20 de junho de 2011
quarta-feira, 8 de junho de 2011
segunda-feira, 6 de junho de 2011
quarta-feira, 25 de maio de 2011
câmera subjetiva ou "sono-vigília"
A imagem é sempre mais do que aquilo que ela anuncia porque é antinatural.ela concluiu.
E, nesse fio de momento, éramos contemporâneas. Sem jamais voltar a ser.
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virtuoso-atual é o mundo da minhaline barcelos
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Sobre o sonho do grande Alexandre ou "como o Google é a obra de arte do nosso tempo"
[Louise Elisabeth Vigée-Lebrun e Google Imperial Project]
tudo múltiplo sob o um.
é que o cotidiano é na poeira, para todos-nós.
verve do tempo
através do espaço:
única solução
de contínuo crasso.
terça-feira, 17 de maio de 2011
outro assunto ou "sobre a firmeza calada do mármore"
[banksy]
somos povos inteiros, cada um; sensíveis a coisas diversas, cada um; em guerra particular, cada um.
em
guerra-contra-dição.
guerra-contra-dição.
Vamos, voz,
chegou a sua vez.
Diga aí, agora,
Quem é você?
ressoa, então, o dominador:
quantas vezes é preciso morrer de novo antes de acabar?
Somos insensatos em coisas diversas, cada um.
Eu? Eu mesma não sou.
Expresso apenas
carnalidade imaculada:
a sua, a das carnes
e a das flores.
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