segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Nasci no asfalto, 
Se quero raízes, que sejam aéreas


[Maria Catarina Bózio]

- Por quê?
- É que eu quero muito querer o mundo
- ...ainda bem que eu tô nele.

4 comentários:

Metalingüisticamente disse...

vasos e afluentes de um Rio influente; de um riso fluido.

As sombras que machando, minam num bonito e descrevem a fotografia: escrever com luz; a luz que consegue penetrar pra desenhar as lacunas.

Elizabeth Moreno disse...

assino embaixo hahahah bem metalinguistico,sem trema = )

Metalingüisticamente disse...

Venta pra afastar e, deixando entrever pela lacuna, unir: não incide, delinea; como um percorrer silhueta em manhã sem pressa.

Anônimo disse...

Viva o Rizoma!